Este protocolo aplica-se a pacientes com colecistite calculosa aguda complicada que são candidatos à intervenção cirúrgica e não recusaram a cirurgia — uma população em que a via de manejo difere substancialmente das abordagens não operatórias.
O paciente apresenta colecistite calculosa aguda complicada e é apto para cirurgia. A elegibilidade cirúrgica e a disposição do paciente para prosseguir são os fatores determinantes que incluem este caso nesta via de manejo específica.
O manejo é centrado na colecistectomia laparoscópica precoce como intervenção cirúrgica de primeira linha, realizada dentro de uma janela temporal precoce definida, combinada com um regime antimicrobiano empírico adaptado ao perfil de risco individual do paciente.
DOI: 10.1186/s13017-020-00336-x