Em pacientes com ruptura do tendão de Aquiles que são mais jovens ou apresentam elevadas exigências funcionais — e nos quais não existem contraindicações à cirurgia — a abordagem clínica é orientada pela necessidade de restaurar uma função tendínea robusta. Essa população geralmente requer mais do que o tratamento conservador pode oferecer de forma confiável.
Este protocolo aplica-se à ruptura do tendão de Aquiles em paciente de menor idade ou com alta demanda funcional, na ausência de contraindicações cirúrgicas. A intervenção operatória é geralmente preferida neste grupo, pois esses pacientes exigem um nível mais elevado de desempenho do tendão.
A abordagem baseada em evidências neste cenário envolve o reparo cirúrgico do tendão de Aquiles rompido. A técnica operatória específica é selecionada com base no quadro clínico, e medidas adicionais podem ser necessárias dependendo da extensão do defeito. O algoritmo completo, os critérios de seleção da técnica e o protocolo pós-operatório estão disponíveis no esquema terapêutico estruturado.
In general, operative intervention is usually preferred for younger patients and those patients who demand greater function.
The surgical management of a ruptured Achilles can be divided into four categories: open repair, percutaneous repair, mini-open repair, and augmentative repair.
98% of patients treated with PARS able to return to baseline activities by 5 mths.
The re-rupture rates during the minimum follow-up of six months were 6% and 3%, respectively.
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